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Para o alto e avante
Houve uma época em que histórias em quadrinhos era sinônimo de coisa de criança, diversão infantil ou pior ainda, pura perda de tempo. Mas nada como esse mesmo tempo, doses de aprimoramento, textos inteligentes, arte impecável nos desenhos, uns toque de computação gráfica no processo todo e décadas mais tarde têm-se um dos mercados mais bem vistos e cobiçados da atualidade.
Blackest Night é uma das séries da DC que mais vende atualmente nos EUA.
Mas do desprezo ao lugar mais alto na mídia do entretenimento essa maneira despretensiosa de diversão passou por muitos obstáculos, conheceu muitos heróis de trajes coloridos, muitos desenhistas, escritores, muitas empresas, muita gente brilhante e outras nem tanto. Com o atual padrão de diversão cult, com séries vendendo muitíssimo bem em vários países as histórias em quadrinhos já são objeto de estudos de teses de graduação ao doutorado explorando as várias facetas dessa mídia: filosofia, padrões culturais, estudos de psicologia, aspectos literários empregados na narrativa, estudos de comunicação e composição visual nas HQs pulam em universidades no mundo todo.
Posto isto, temos a chamada nona arte ocupando lugar privilegiado ao lado da literatura, cinema, teatro, música e demais.
Fãs não perdem uma oportunidade de falar de suas preferências, levantar hipóteses, fazer comparações e exibir suas coleções magníficas com exemplares antigos dividindo espaço com novas publicações e personagens. De diversão menor até o posto de uma das mais criativas manifestações de entretenimento cultural as HQs tem sem sombra de dúvida seu espaço garantido no Ponto Zero.
Puxe seu exemplar da estante e comece a se divertir.
